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Carnatal é na Band Natal

 Tá chegando!!!!!!!! Na Band, já é Carnatal!!!!!
Bj .
 Vai começar a festa, é mais um ano de Carnatal.
Aqui na Band é só folia, alegria é geral.
em é Carnatal, não fique fora dessa energia.
Eu vi você na Band, para mais um ano de alegria.
De Olho na Folia!!!!!!

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Direito Autoral

Qual o artigo mais raro no mercado dos originais? CD, DVD, livro…

Não critico quem compra, muito menos quem vende. Mas a lei de mercado é pesada. Como se vende pouco, o preço é alto. E como o preço é alto, se vende cada vez menos.

A Apple, nos Estados Unidos, disponibiliza pelo iTunes títulos de música por preços acessíveis. A Amazon parece que está fazendo o mesmo. É um meio, uma tentativa. Não vai solucionar todo o problema da pirataria, mas quem sabe ajude. É viável comprar uma música que custa menos de um dólar, de boa qualidade e que não traz vírus para o computador. Isto é a democratização da música.

Ter um índice de pirataria próximo a zero é praticamente impossível, afinal, vivemos em um mundo digital. Mas uma campanha de massa ajuda, muito!

No próximo dia 05, o Cinemark vai estar com sessões de filmes nacionais por apenas R$2,00. Isto é a democratização do cinema.

Em países europeus, como a Alemanha, livros são produzidos em papel jornal, barateando o valor do produto. Isto é a democratização da literatura.

Urgente mesmo é democratizar toda e qualquer forma de arte. Cada um pode e deve ajudar.

Brasil, mostra a tua cara!

“Não existe arte universal”

Ariano Suassuna

 Suassuna justifica-se dizendo que independente da abrangência que uma obra venha à atingir, ela sempre nascerá local.

Segundo ele, os homens inegavelmente têm angústias semelhantes, o que permite que as obras possam fazer sucesso nacional, ou mais.

Quando ouvi as declarações de Suassuna, lembrei imediatamente dos “Filhos de Francisco”.

Mas Suassuna ainda me surpreendeu dizendo: “Existem os que concordam comigo e os equivocados”.

Não apenas para evitar o equívoco, pois não tenho medo de errar, mas pela grande admiração que nutro pelo autor e pela vasta experiência que ele tem em vida e literatura, eu concordo plenamente com a forma como as artes nascem… apesar de que, infelizmente, no Brasil, poucas e pequenas são as janelas que a mídia dá de acesso ao que é produzido fora do eixo Rio-São Paulo.

Mas mantenho a esperança de um dia ouvir todos os sons e ver todas as cores desse imenso, sonoro e multicolorido Brasil nas telinhas das TVs, páginas dos jornais e revistas.

Prosperidade????

Peço desculpas… mas a prosperidade do nosso país, ou seria deste país, parafraseando o presidente Lula?

Não importa… a questão é:

A prosperidade do Brasil me impede de estar em São Paulo hoje.

Caos aéreo??? Quem inventou isso??? Deve ser coisa da imprensa!!

Estou com Guido Mantega!!! Este pequeno problema de congestionamento nos aeroportos e no espaço aéreo é sinal da prosperidade do país. As pessoas ganham mais, viajam mais, as empresas compram mais aviões, etc e etc…

É a lei da oferta e da procura!!

Ai ai!!!!

Volto a pedir desculpas… dessa vez pelo mau humor… ou humor negro!!! Numa hora dessas temos que relaxar e gozar de acordo com a Ministra do Turismo.

Assim… quem sabe uma praia (se o sol aparecer… ou um fim-de-semana no interior)…

VIVA A PROSPERIDADE!!!

VIVA MANTEGA, LULA, RENAN, MARTA…

VIVA!!!!!!

Carta aberta ao Senador Renan Calheiros

“Vida de gado. Povo
marcado. Povo feliz.”

As vacas de Renan dão cria 24 h por dia.

Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas!

Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas. Do menino ingênuo que fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978, que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar, você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos.

Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do “seo” Olavo, a digladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em
desigualdade de forças e de dinheiros.

Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto. Descobriria um atalho, um ou mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe um dia, derrotaria a todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados, cujo serviço exclusivo era abanar, por horas, um leque imenso, sobre a mesa dos usineiros para que os mosquitos de Murici (em Murici até os mosquitos são vorazes) não mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe um dia, com a alavanca da política, não seria Renan
Calheiros, o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho, onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos. Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e
riqueza, em troca.

Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram-se dele, aliaram-se, começou a ser parido o novo Renan. Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou
direito. Os seus colegas de Universidade diziam isto. Longe de ser um demérito, esta sua espessa ignorância literária, faz sobressair, ainda mais, seu talento de vencedor. Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e a ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria, em tudo. Haveria de ser recebido em Palácios, em mansões de milionários, em congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seria rebatizados em fausto e opulência.

Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Neste mandato nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso nada sobrou do naufrágio das ilusões de moço!

Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou esta sua campanha com US$1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho. E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-los nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao
topo da montanha, e é tudo seu, montanha e glória, ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo e cujos olhos indecifráveis intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe.

Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem na política brasileira a tem? Quem neste Planalto, “centro das grandes picaretagens nacionais” atende no seu  comportamento a razões e objetivos de interesse público?

(…)

Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o “golpe do operário”, no dizer de Brizola.

Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura:

1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$800 mil,

2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil,

3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil, 4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil E SÒ.

Você não declarou nenhuma fazenda nem uma cabeça de gado!! Sem levar em conta que seu apartamento no
Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$ 1 milhão e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale R$ 3.000.000.

Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000. Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranja? Que herança moral você deixa para seus descendentes.

Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena?

(…)

O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje, perguntado, o povo fecharia o Congresso.
Por causa de gente como você!

Escrito por Mendonça Neto, para o jornal Extra, de Alagoas. 

Na íntegra em:
http://www.extralagoas.com.br/noticia.kmf?noticia=6173007&canal=335

Para não parecer que sou contra a cobertura jornalística em qualquer que seja o caso, digo que sou SEMPRE defensora do jornalismo… mas acredito que para tudo existe um limite.

Mas não posso deixar de comentar que em tantos outros casos os próprios seqüestradores, traficantes, etc., pedem a presença da imprensa no local, por acreditar que isto pode lhes salvar a vida.